quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

Eu adorava ver o moinho perto da minha casa moer.


 Moinho a moer o trigo,

Trigo que a terra deu,
Semeado pelas mãos,
Daquele que lá nasceu.
                   II
Sem esse teu moer,
Não podia comer pão,
O pão que mata a fome,
Que não seja só de pão.
                  III
Como o moinho de vento,
Vai moendo todo o grão,
Grão que faz a farinha,
Farinha que faz o pão.

E desta me vou , porque quando não há pão , até migalhas vão. Felizarda.

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