O colar da minha mãe,
que eu tanto admirava,
Não era pérola verdadeira.
Mas para mim era esmeralda.
O colar que em criança.
Sempre o vi colocar,
mais tarde quando cresci.
Ainda o vim a usar.
Não é preciso ser rico.
Para conseguir brilhar,
Que o colar que ela tinha,
Todos podiam comprar.
O colar da minha mãe.
Que eu ando a recordar,
São coisas de criança,
Que não consigo apagar.
Felizarda Faustino .
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