sábado, 18 de julho de 2026

Título: Quando o corpo quer, mas a mente diz"não": tu também te sentes assim?

 Sabe aquele dia em que acordamos com planos, a querer ser produtivos, mas parece que a nossa cabeça simplesmente recusa cooperar? É exatamente assim que me sinto hoje. Um cansaço que não é físico, uma sonolência que o café ☕ não cura e uma mente que parece ter entrado em modo de segurança. Às vezes cobramo-nos tanto que nos esquecemos de uma verdadeira básica : a mente também esgota. Vivemos bombardeados por estímulos, decisões, ecrãs e prazos. Tentamos dar conta de tudo o tempo todo e, quando o cérebro 🧠 finalmente puxa o travão de mão ✋, culpamo-nos. Mas a verdade é que o esgotamento mental é tão real  quanto o cansaço depois de correr uma maratona. Hoje , a minha cabeça não me deixa pensar direito. Escrever sempre foi o meu porto de abrigo. Este blogue é o meu passatempo, o espaço onde venho respirar um bocadinho de mim. Mas hoje,a minha cabeça simplesmente decidiu fazer greve . Olho para o ecrã e as palavras parecem fugir de mim , como se estivessem a brincar às escondidas. Será que um de vinho 🍷 tinto faria bem? Dizem que o vinho faz bem ao coração ❤️, por isso, por associação de ideias, também deve fazer bem à alma de quem está com bloqueio criativo. "Por hoje é tudo até que a preguiçosa 🦥 passar!"


Que o seu fim de semana seja como uma sinfonia de Mozart: leve, harmonioso e cheio de momentos que trazem paz à alma. Bom fim de semana!"


 

quinta-feira, 16 de julho de 2026

O Efeito Bola de Neve (Mas com Final Feliz!)

"E assim , mais um cantinho riscado da lista! A verdade é que o problema nunca é o ato de limpar em si, mas sim o efeito dominó que se gera assim que pegamos no pano. Começar -se por um espaço pequeno e,de repente,o trabalho multiplica-se: há lixo para despejar, a casa parece que se revolta e o pó decide fazer uma viagem guiada pelo ar, espalhando -se por todo o lado. O que era uma tarefa simples transforma-se numa verdadeira maratona. Mas a verdade é que, apesar da luta contra o pó voador, a sensação de olhar para o espaço ao lado do guarda - vestidos e vê-lo impecável compensa cada espirro. É mais um recanto pronto, limpo e acolhedor para receber o inverno. Sabe tão bem olhar para ali e sentir o dever cumprido!".  Até próxima desafio dos estores.🙏 ," E tu, já passaste por uma situação destas? Como é que lidas com isso? Conta-me a tua história aqui nos comentários!".

A coragem que começa na borda da cama ( e a saga do meu guarda - vestidos)

 Bom dia, cá estou eu. Sentada na borda da cama, a olhar fixamente para aquele cantinho ao lado do meu guarda - vestidos. Quem me vê assim,pensa  que estou só a descansar, mas a verdade é que estou a travar uma batalha silenciosa: a ganhar coragem para começar. Quem tem quarto pequeno sabe perfeitamente do que falo. Aqui, qualquer arrumação transforma-se num verdadeiro puzzle ou numa aula de ginástica localizada. Para chegar ao meu objetivo de hoje, não basta abrir a gaveta. Tenho de puxar o alçado do móvel --- e sim , custa a puxar, exige força física e uma boa dose de paciência para não bater em nada. O meu alvo são duas pequenas caixas cheias de "coisas"que precisam de uma volta urgente , porque estou a preparar a minha casa para o inverno, uma forma de carinho para mim e para a minha casa. Por agora vou arregaçar as mangas e deitar mãos à obra.

O Quadro Vivo do Fim do Dia


 O céu não é apenas espaço; ao fim de cada tarde, ele se faz tela. Como um artista que não teme misturar a melancolia da noite com a vibração da vida,o horizonte se veste de gala. Há um drama silencioso e belo que se desenrola diante dos nossos olhos: os tons mais escuros e profundos da noite que se aproxima começam a abraçar o firmamento, mas não sem antes dar passagem a uma última e gloriosa explosão de cor. É o alaranjado vibrante que rasga as nuvens, quente e vivo, como um braseiro que insiste em aquecer a alma. Logo abaixo,quase tímido, mas incrivelmente luminoso,o amarelo claro se derrama como ouro líquido na linha do horizonte, suavizando a transição e trazendo uma paz quase sagrada à despedida da luz. Contemplar esse espetáculo é lembrar que a maior beleza da vida está na impermanência. Esse quadro vivo, pintado em tempo real pelo próprio universo, dura apenas alguns minutos, mas é o suficiente para nos roubar o fôlego, acalmar o peito e nos fazer agradecer pelo simples privilégio de poder enxergar. Que o calor ♨️ dessas cores permaneça no coração mesmo depois que a noite cair .🍂 felizarda Drumond 16/julho 2026.

terça-feira, 14 de julho de 2026

14 de junho de 2026

 Hoje foi um daqueles dias em que a verdadeira batalha começou antes mesmo de eu passar pela porta 🚪. Houve uma luta silenciosa entre a vontade de ficar e a necessidade de ir, mas eu venci. Escolhi calçar os tênis, enfrentar o caminho e dar a minha volta. Foram dois quilómetros para lá e dois quilómetros para cá. Quatro quilómetros de asfalto mas que pesam como a montanha conquistada. A cada passo na ida,fui deixando para trás a hesitação . A cada que passo no regresso, fui trazendo comigo a certeza de que a minha força continua aqui. Se há uma lição que guardo de hoje, é esta: eu ainda consigo. O meu corpo respondeu, a minha mente resistiu e eu consegui dar a volta ----- em todos os sentidos da frase. Que o orgulho que sinto agora; enquanto escrevo estas linhas, fique guardado na memória para os dias mais cinzentos.
Eu sou capaz. Hoje provei-o a mim mesmo.

Bom dia amigos desabafos para ganhar força, porque não é sinal fraqueza.🌹🌹🌹🌹


segunda-feira, 13 de julho de 2026

Eco de Vidro Partido

 A sinceridade é um cristal transparente. Quando  confie em ti , entreguei-te esse vidro nas mãos, sem medo, acreditando que ias cuidar do  seu brilho tanto quanto eu. Desarmei o meu peito e fiz da tua presença o meu porto seguro.

Mas o que fizeste foi outra coisa.

Pelas costas, transformaste as minhas verdades em moedas de troca, espalhando palavras sussurradas à sombra, onde sabias que eu podia ouvir. O eco da tua traição chegou até mim, não como um sussurro, mas como o som de algo precioso a quebrar-se  no chão. E vidro partido não se cola; corta.

Quem escolhe a penumbra das minhas costas para falar,perde para sempre o direito à luz do meu olhar. Não há espaço para o teu ruído no meu silêncio. Por isso , recolho o resto de mim e fecho o livro. Este ponto final não é desenhado com raiva, mas com a tinta da minha própria dignidade. Afasto-me  sem olhar para trás, porque quem não soube abrigar a minha alma, nunca mais saberá onde me encontrar.

Felizarda Drumond.